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O que é e como pode ser aproveitada a Antimatéria

Antimatéria
Antimatéria é o inverso do que é a matéria. Ela é composta de antipartículas, que possuem a mesma característica das partículas, mas com carga elétrica contrária.
Matéria e antimatéria não podem ser encontradas juntas. Quando se encontram, geram uma explosão que transforma massa em energia. A ciência acredita que ambas existiam em quantidades iguais quando ocorreu o Big Bang, mas se destruíram. Por alguma razão, sobrou mais matéria, que acabou virando planetas, galáxias e estrelas.
A explosão causada pelo encontro da matéria e da antimatéria gera energia em forma de raio gama – que possui 10 mil vezes mais energia que o raio solar e o raio X. Só para ter uma ideia, 1 g de antimatéria seria capaz de abastecer a cidade de São Paulo durante 24 horas ou mover um carro por 10 mil km.
A comunidade científica passou a estudar o tema mais a fundo e descobriu uma potente fonte de energia, com 100% de aproveitamento. Hoje, o grande desafio é conseguir produzi-la em grande quantidade – já que ela não é encontrada na Terra.
Cientistas já criaram antimatéria no acelerador de partículas LHC (sigla em inglês para Grande Colisor de Hádrons). Num túnel circular de 27 km de comprimento, entre França e Suíça, átomos são acelerados para atingir a velocidade da luz. Ao se chocar, eles se dividem em partículas e antipartículas. Nesse processo, foi produzido um trilionésimo de grama de antimatéria – que daria para acender uma lâmpada por três segundos.
LHC

Cada um tem seu Mapa do Mundo

mapa de mundo
Você escuta sons com seus ouvidos, vê imagens com seus olhos e sente os objetos com sua pele. Cada uma destas experiências tem um significado na sua mente, e estes significados juntos são o que você considera o “Mundo”. Mas tem uma coisa que você não sabe, este seu mundo, não é o meu
A Programação Neurolinguística (PNL) é um conjunto de modelos, estratégias e crenças desenvolvidos na década de 70 nos Estados Unidos por Richard Bandler e John Grinder. Eles buscavam entender como funcionava o cérebro e os comportamentos humanos e o foco original era o estudo dos padrões fundamentais da linguagem e técnicas terapêuticas notórias e bem-sucedidas.
A PNL geralmente é usada para ajudar as pessoas a melhorarem suas vidas, assim como suas capacidades profissionais. Apesar de não ter sido reconhecida pela ciência e por alguns terapeutas ela vem se difundindo cada vez mais no mundo.
A PNL tem alguns pressupostos básicos e um deles é o foco desta postagem:
“O mapa não é o território. Nossos mapas mentais do mundo não são o mundo. Reagimos aos nossos mapas em vez de reagir diretamente ao mundo. Mapas mentais, especialmente sensações e interpretações, podem ser atualizados com mais facilidade do que se pode mudar o mundo”.
Ou seja, existe este mundo físico onde todos nós vivemos mas este mundo é visto de formas diferentes por cada pessoa. Um mesmo som, imagem ou objeto que tem um significado para você, tem outro significado para mim e sabendo disso podemos lidar melhor com as diferenças e nos comunicarmos melhor uns com os outros.
E para terminar, mais um pressuposto muito interessante:
“Se uma pessoa pode fazer algo, todos podem aprender a fazê-lo também. Podemos aprender como é o mapa mental de um grande realizador e fazê-lo nosso. Muita gente pensa que certas coisas são impossíveis, sem nunca ter se disposto a fazê-las. Faça de conta que tudo é possível. Se existir um limite físico ou ambiental, o mundo da experiência vai lhe mostrar isso.”

Como funcionam os Buracos Negros

Como funcionam os Buracos Negros

Os buracos negros são regiões espaciais com enorme força gravitacional. Eles nunca foram vistos pelos astrônomos, e os estudiosos só sabem que eles existem graças à atração que exercem sobre os corpos celestes. “Não é possível visualizá-lo

porque é uma região onde a densidade de matéria é tão grande que nem a luz consegue escapar do seu campo gravitacional”, explica Eduardo Serra Cypriano, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP). Portanto, se não há luz em volta, não é possível enxergar nada.
Os corpos celestes, quando “caem” em um buraco negro, emitem radiação, essa sim perceptível pelos aparelhos de observação astronômica. “No caso de uma estrela, o gás que a compõe espirala até cair no buraco negro, como água indo pelo ralo. Nesse processo, o gás se aquece muito e emite fótons. É essa emissão que detectamos”, diz o professor.

Segundo os estudos realizados atualmente, os astrônomos acreditam que cada galáxia tenha ao menos um buraco negro em seu centro. Como eles se formaram, ainda não é possível afirmar com toda segurança, mas há duas teorias possíveis. Uma, de que eles são oriundos de gases da formação do próprio universo. A outra hipótese é de que eles tenham se formado a partir da desintegração de estrelas, após um fenômeno conhecido como supernova.

O plástico vem do petróleo: E quando o petróleo acabar?

É possível fazer plástico sem usar petróleo? Sim! Os biopolímeros são plásticos produzidos a partir de matérias-primas renováveis como cana-de-açúcar, milho, óleos de girassol, soja e mamona.

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Esse material é tão versátil quanto os derivados de petróleo, podendo se transformar tanto em plásticos duros como em versões que parecem borracha. A grande vantagem dos biopolímeros é que eles se decompõem muito mais rápido, não emporcalhando o meio ambiente por dezenas de anos.
“As bactérias decompositoras não têm enzimas para digerir os polímeros feitos a partir do petróleo. Já os biopolímeros são bem mais familiares para elas”, afirma a pesquisadora Marilda Taciro, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) .
Enquanto um plástico feito de petróleo leva em média 40 anos para se decompor, os biopolímeros demoram no máximo três. Segundo o IPT, cerca de 270 mil toneladas de bioplásticos já são fabricados por ano e, até 2015, a produção pode chegar a 1 milhão de toneladas.
Ainda assim, será muito pouco se compararmos com a produção atual de plástico petroquímico, que é de 180 milhões de toneladas/ano! Como a escala de fabricação ainda é pequena, 1 quilo de biopolímero custa por volta de 4 dólares, preço até quatro vezes maior que o plástico derivado do petróleo.
No começo da postagem podemos ver um exemplo de utensílios domésticos feitos de biopolímeros assim como na imagem abaixo. Ambos são de uma empresa Brasileira e são constituídos de 65% de plástico e 35% de biopolímero.
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Máquina de Anticítera

Máquina de Anticítera

A chamada máquina de Anticítera é um artefato que se acredita tratar de um antigo mecanismo para auxílio à navegação. O mecanismo original está exposto na coleção de bronze do Museu Arqueológico Nacional de Atenas, acompanhado de uma réplica. Outra réplica está exposta no Museu Americano do Computador em Bozeman (Montana), nos Estados Unidos da América.

Os restos do artefato foram resgatados em 1901, juntamente com várias estátuas e outros objetos, por mergulhadores, à profundidade de aproximadamente 43 metros na costa da ilha grega de Anticítera, entre a ilha de Citera e a de Creta. Datado de 87 a.C., em 17 de maio de 1902, o arqueólogo Spyridon Stais notou que uma das peças de pedra possuía uma roda de engrenagem. Quando o aparelho foi resgatado estava muito corroído e incrustado. Depois de quase dois mil anos, parecia uma pedra esverdeada. Visto que de início as estátuas eram o motivo de todo o entusiasmo, o artefato misterioso não recebeu muita atenção.

Em 1958 o mecanismo foi analisado por Derek J. de Solla Price, um físico que mudou de ramo e tornou-se professor de História na Universidade de Yale. Ele chegou a acreditar que o aparelho era capaz de indicar eventos astronômicos passados ou futuros, como a próxima lua cheia. Percebeu que as inscrições no mostrador se referiam a divisões do calendário: dias, meses e signos do zodíaco. Supôs que deveria haver ponteiros que girassem para indicar as posições dos corpos celestes em períodos diferentes. O professor Price deduziu que a roda denteada maior representava o movimento do Sol e que uma volta correspondia a um ano solar, equivalente a 19 anos terrestres. Se uma outra engrenagem, conectada à primeira, representava o movimento da Lua, daí a proporção entre o número de dentes nas duas rodas deveria refletir o conceito dos gregos antigos sobre as órbitas lunares.

Em 1971, o professor Price submeteu o mecanismo a uma análise com o auxílio de raios gama. Os resultados confirmaram as suas teoria de que o aparelho era um calculador astronômico altamente complexo. Ele fez um desenho de como achava que o mecanismo funcionava e publicou suas descobertas em 1974. Escreveu “Não existe nenhum instrumento como este em lugar nenhum. De tudo que sabemos sobre a ciência e tecnologia na era helenística, deveríamos ter chegado à conclusão de que um instrumento assim não poderia existir”.

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Reconstrução do Mecanismo no Museu Arqueológico Nacional de Atenas

O Aparelho Invisível

O Aparelho Invisível
Desde o surgimento da NASA, a Agência Espacial Norte Americana, em 1958, muitas pesquisas foram realizadas para a exploração espacial, e como consequência geraram resultados úteis para o dia a dia.
Uma das pesquisas foi da empresa chamada Ceradyne que desenvolveu a TPA(um novo material) em conjunto com a unidade de pesquisas de cerâmica avançada da Nasa (Nasa Advanced Ceramic Research) para proteger as antenas infravermelhas dos rastreadores de mísseis termoguiados. No final dos anos 80 este material foi descoberto pela 3M Unitek, que começou o uso odontológico do mesmo.
Desde então, famosos e pessoas que não querem ficar com a “boca metálica” podem utilizar os aparelhos invisíveis, que na verdade não ficam totalmente escondidos mas pelo menos disfarçam para ficar com uma aparência melhor.
Aparelho Invisível