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10 Curiosidades sobre a França

10 Curiosidades sobre a França

  • França é o país que conta com o maior número de prémios Nobel da Literatura com um total de 14 reconhecimentos na dita categoria.
  • Em França iniciaram-se numerosos movimentos artísticos ao longo da história, sendo o movimento impressionista um dos mais destacados com pintores como Monet, Renoir e Van Gogh a formarem parte do dito movimento artístico.
  • Durante todo o ano França recebe aproximadamente 80 milhões de pessoas turistando por todo o país. Sendo Paris a cidade que recebe mais de metade desses visitantes.
  • Uma espada que pertenceu a Napoleão foi vendida em leilão por 4,8 milhões de dólares, sendo um record absoluto em França, apresentando-se dessa feita como um dos objetos mais caros jamais vendidos num leilão.
  • A praça que fica situada em frente à catedral de Notre Dame em Paris representa o quilómetro zero das estradas de França, lugar desde o qual começa a numeração dos quatro pontos cardiais.
  • Com um total de aproximadamente 70 milhões de habitantes, França ocupa o lugar número 20 nos países mais populosos do mundo.
  • O reconhecido Tour de França é considerado a prova mais cobiçada de ciclismo no mundo, e representa o evento desportivo de maior transcendência de França.
  • França conta com vários parques temáticos, entre os quais se destacam: Disneyland Resort Paris, Parc Astérix, Futuroscope e Puy du Fou.
  • França é um país que aproveita a energia nuclear, sendo 78% da energia produzida no país obtida através desta fonte de energia.
  • O rio Sena, em conjunto com os rios Loia, Garona e Dordonha são considerados os mais importantes afluentes de França.
10 Curiosidades sobre a Páscoa

10 Curiosidades sobre a Páscoa

  • O ovo da Páscoa não é uma invenção dos nossos dias senão algo já consumido pelos Persas, os Egípcios e pelos Romanos. Para todas estas antigas comunidades o ovo da páscoa tinha um significado especial.
  • A palavra Páscoa deriva do hebreu Phase, que significa caminhada, trânsito.
  • Depois da Quarta-feira de Cinzas, começa a época da Quaresma. Por quarenta dias, até ao Domingo de Ramos e à Semana Santa, todo o católico vive uma época especial de arrependimento e penitência, de meditação e revisão dos seus atos.
  • A Páscoa da Ressurreição, é a festividade mais solene da Igreja. Com o triunfo da sua Ressurreição Cristo justifica a sua divindade e a sua Doutrina, e o seu lugar glorioso na Sua igreja.
  • O Primeiro Concílio Ecuménico, celebrado em Nicea no ano de 325, ditou um decreto doutrinal em que se podia celebrar a Páscoa segundo a Igreja de Roma. Isto faz com que a Páscoa seja possível entre o dia 22 de Março e o dia 25 de Abril, porque a primeira lua cheia, que vem depois do equinócio da Primavera cai normalmente entre 21 de Março e 18 de Abril.
  • Entre as tradições de Páscoa que se pode citar, cabe recordar o uso das mulheres romanas a quem se davam os ovos. Na Roma antiga as mulheres grávidas carregavam um ovo porque acreditava-se que com ele a mulher poderia saber o sexo do bebé mesmo antes de nascer.
  • Na Grécia, o festejo da Páscoa não está completo se não se brindam ovos de variadas cores. Esta tradição é realizada da mesma forma como quando se brinda com os copos no alto.
  • Na Alemanha os ovos da Páscoa são vermelhos e estão reservados apenas às pessoas mais velhas e às crianças.
  • Em 1992 foi feito na Austrália o maior ovo de Páscoa do mundo, o qual entrou no livro dos Records do Guiness com 7,1 metros de altura e 4 toneladas de peso.
  • Conta a tradição que o mítico Coelho da Páscoa terá sido criado a partir do que fez uma mulher. Segundo a história, uma mulher pintava ovos para os seus filhos na Páscoa e escondia-os em ninhos de pássaros. Numa das vezes, as crianças encontraram os ditos ovos, e um coelho saltou do ninho, os pequenos inocentemente assumiram que aquele simpático animal tinha proporcionado os ovos da Páscoa.

O que é e como pode ser aproveitada a Antimatéria

Antimatéria
Antimatéria é o inverso do que é a matéria. Ela é composta de antipartículas, que possuem a mesma característica das partículas, mas com carga elétrica contrária.
Matéria e antimatéria não podem ser encontradas juntas. Quando se encontram, geram uma explosão que transforma massa em energia. A ciência acredita que ambas existiam em quantidades iguais quando ocorreu o Big Bang, mas se destruíram. Por alguma razão, sobrou mais matéria, que acabou virando planetas, galáxias e estrelas.
A explosão causada pelo encontro da matéria e da antimatéria gera energia em forma de raio gama – que possui 10 mil vezes mais energia que o raio solar e o raio X. Só para ter uma ideia, 1 g de antimatéria seria capaz de abastecer a cidade de São Paulo durante 24 horas ou mover um carro por 10 mil km.
A comunidade científica passou a estudar o tema mais a fundo e descobriu uma potente fonte de energia, com 100% de aproveitamento. Hoje, o grande desafio é conseguir produzi-la em grande quantidade – já que ela não é encontrada na Terra.
Cientistas já criaram antimatéria no acelerador de partículas LHC (sigla em inglês para Grande Colisor de Hádrons). Num túnel circular de 27 km de comprimento, entre França e Suíça, átomos são acelerados para atingir a velocidade da luz. Ao se chocar, eles se dividem em partículas e antipartículas. Nesse processo, foi produzido um trilionésimo de grama de antimatéria – que daria para acender uma lâmpada por três segundos.
LHC

O tempo que a luz das estrelas leva para chegar à Terra

A luz que vemos hoje das estrelas foram enviadas há muito tempo. Em alguns casos olhamos para estrelas que enviaram suas luzes quando o homem ainda vivia nas cavernas.
A razão pela qual a luz dessas estrelas leva tanto tempo para nos alcançar é devido à sua distância. A distancia entre a Terra e a estrela mais próxima, Alpha Centauri é de 4,4 anos-luz ou, aproximadamente, 40,4 trilhões de Km. Isso quer dizer que a luz dessa estrela demora 4,4 anos para chegar até aqui. Se o Cruzeiro do Sul, que está a 500 anos-luz de distância, por exemplo, tivesse surgido no dia em que Cabral aportou no Brasil, seu brilho só apareceria no céu agora.

Cada um tem seu Mapa do Mundo

mapa de mundo
Você escuta sons com seus ouvidos, vê imagens com seus olhos e sente os objetos com sua pele. Cada uma destas experiências tem um significado na sua mente, e estes significados juntos são o que você considera o “Mundo”. Mas tem uma coisa que você não sabe, este seu mundo, não é o meu
A Programação Neurolinguística (PNL) é um conjunto de modelos, estratégias e crenças desenvolvidos na década de 70 nos Estados Unidos por Richard Bandler e John Grinder. Eles buscavam entender como funcionava o cérebro e os comportamentos humanos e o foco original era o estudo dos padrões fundamentais da linguagem e técnicas terapêuticas notórias e bem-sucedidas.
A PNL geralmente é usada para ajudar as pessoas a melhorarem suas vidas, assim como suas capacidades profissionais. Apesar de não ter sido reconhecida pela ciência e por alguns terapeutas ela vem se difundindo cada vez mais no mundo.
A PNL tem alguns pressupostos básicos e um deles é o foco desta postagem:
“O mapa não é o território. Nossos mapas mentais do mundo não são o mundo. Reagimos aos nossos mapas em vez de reagir diretamente ao mundo. Mapas mentais, especialmente sensações e interpretações, podem ser atualizados com mais facilidade do que se pode mudar o mundo”.
Ou seja, existe este mundo físico onde todos nós vivemos mas este mundo é visto de formas diferentes por cada pessoa. Um mesmo som, imagem ou objeto que tem um significado para você, tem outro significado para mim e sabendo disso podemos lidar melhor com as diferenças e nos comunicarmos melhor uns com os outros.
E para terminar, mais um pressuposto muito interessante:
“Se uma pessoa pode fazer algo, todos podem aprender a fazê-lo também. Podemos aprender como é o mapa mental de um grande realizador e fazê-lo nosso. Muita gente pensa que certas coisas são impossíveis, sem nunca ter se disposto a fazê-las. Faça de conta que tudo é possível. Se existir um limite físico ou ambiental, o mundo da experiência vai lhe mostrar isso.”

O maior tubarão que já existiu

O maior tubarão que já existiu

O maior tubarão que já existiu foi o Megalodon, que chegava a 20 m e 100 toneladas.

O dono da mordida mais potente do mundo animal teria surgido há mais de 23 milhões de anos e sido extinto há cerca de 1,5 milhão de anos. Ele possuía dentes de até 19 cm (eram cerca de 300, espalhados em uma boca de até 2 m), que, atualmente, servem para os cientistas estimarem sua aparência.

Restos encontrados em lugares tão distantes quanto EUA e Austrália sugerem que ele nadava e caçava no mundo inteiro. Nessa foto, há uma comparação entre o maior tubarão branco já encontrado até hoje (o último de baixo, 6,5m), uma estimativa de média de tamanho mínima que o Megalodon tinha (do meio, 15m) e a estimativa de tamanho máxima para ele (o de cima, 20m). Em cima, uma pessoa de 1,80m:

Como funcionam os Buracos Negros

Como funcionam os Buracos Negros

Os buracos negros são regiões espaciais com enorme força gravitacional. Eles nunca foram vistos pelos astrônomos, e os estudiosos só sabem que eles existem graças à atração que exercem sobre os corpos celestes. “Não é possível visualizá-lo

porque é uma região onde a densidade de matéria é tão grande que nem a luz consegue escapar do seu campo gravitacional”, explica Eduardo Serra Cypriano, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP). Portanto, se não há luz em volta, não é possível enxergar nada.
Os corpos celestes, quando “caem” em um buraco negro, emitem radiação, essa sim perceptível pelos aparelhos de observação astronômica. “No caso de uma estrela, o gás que a compõe espirala até cair no buraco negro, como água indo pelo ralo. Nesse processo, o gás se aquece muito e emite fótons. É essa emissão que detectamos”, diz o professor.

Segundo os estudos realizados atualmente, os astrônomos acreditam que cada galáxia tenha ao menos um buraco negro em seu centro. Como eles se formaram, ainda não é possível afirmar com toda segurança, mas há duas teorias possíveis. Uma, de que eles são oriundos de gases da formação do próprio universo. A outra hipótese é de que eles tenham se formado a partir da desintegração de estrelas, após um fenômeno conhecido como supernova.

O plástico vem do petróleo: E quando o petróleo acabar?

É possível fazer plástico sem usar petróleo? Sim! Os biopolímeros são plásticos produzidos a partir de matérias-primas renováveis como cana-de-açúcar, milho, óleos de girassol, soja e mamona.

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Esse material é tão versátil quanto os derivados de petróleo, podendo se transformar tanto em plásticos duros como em versões que parecem borracha. A grande vantagem dos biopolímeros é que eles se decompõem muito mais rápido, não emporcalhando o meio ambiente por dezenas de anos.
“As bactérias decompositoras não têm enzimas para digerir os polímeros feitos a partir do petróleo. Já os biopolímeros são bem mais familiares para elas”, afirma a pesquisadora Marilda Taciro, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) .
Enquanto um plástico feito de petróleo leva em média 40 anos para se decompor, os biopolímeros demoram no máximo três. Segundo o IPT, cerca de 270 mil toneladas de bioplásticos já são fabricados por ano e, até 2015, a produção pode chegar a 1 milhão de toneladas.
Ainda assim, será muito pouco se compararmos com a produção atual de plástico petroquímico, que é de 180 milhões de toneladas/ano! Como a escala de fabricação ainda é pequena, 1 quilo de biopolímero custa por volta de 4 dólares, preço até quatro vezes maior que o plástico derivado do petróleo.
No começo da postagem podemos ver um exemplo de utensílios domésticos feitos de biopolímeros assim como na imagem abaixo. Ambos são de uma empresa Brasileira e são constituídos de 65% de plástico e 35% de biopolímero.
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